Que aprisiona minha menteO futuro é o carcereiro
e sua arma são minhas mãos
atadas, e a caneta sem tinta
as pernas fincadas no meio
desta estrada chamada vida.
E daqui não me movo
Olho pro céu e o que vejo
Não faz parte das minhas lembranças
É um mundo novo, frio
Onde eu não encontro
Os olhares inocentes
Do mundo onde eu vivia.
E procuro uma luz
Olho para o horizonte
e vejo o dia nascer nublado
E meus sonhos se escondem,
atrás daquelas nuvens
Numa manhã escura que perpetua
Minha triste infelicidade.
Thiago Grijó Silva
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